(Ex.: Montadora, veículo, versão, ano, produto)
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A sensação de algo conhecido ao ver o “novo” Mercedes-Benz GLE justifica-se: é outra denominação para o conhecido utilitário esporte ML, dentro da terminologia anunciada meses atrás pelo fabricante alemão (não confundir com o GLE Coupé, de formato mais esportivo). Com estreia no Salão de Nova York, o GLE traz novo aspecto para a parte dianteira do ML (grade, faróis) e lanternas traseiras redesenhadas. No interior as mudanças incluem tela central destacada do painel (com 7 ou 8 polegadas e função de mostradores auxiliares na versão AMG), volante e opções de acabamento.

As versões de motor passam pelo V6 biturbo a gasolina de 3,0 litros (potência de 333 cv e torque de 49 m.kgf), o V8 biturbo de 4,7 litros (435 cv e 71,4 m.kgf), o quatro-cilindros turbodiesel de 2,1 litros (204 cv e 49 m.kgf) e o V6 turbodiesel de 3,0 litros (258 cv e 63,4 m.kgf). Ambos os motores a diesel agora são associados, de série, a uma caixa automática com nove marchas. Os esportivos GLE 63 AMG e AMG S usam um V8 biturbo de 5,5 litros, que desenvolve 557 cv e 71,4 m.kgf no primeiro e 585 cv e 77,5 m.kgf no segundo. O AMG básico acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos, e a versão S, em 4,2 s; ambos alcançam 250 km/h.

Há ainda a versão híbrida com um V6 3,0 turbodiesel associado a motor elétrico, para 442 cv e 66,3 m.kgf em operação combinada, que pode rodar até 30 km com eletricidade e admite recarga das baterias em fonte externa (plug-in). Nas várias versões, o sistema Dynamic Select permite ajustar parâmetros do utilitário entre os modos Comfort, Slippery (piso escorregadio), Sport, Individual (configurável ao gosto do motorista) e, no caso de versões 4Matic, também Off-Road, que aciona bloqueio de diferencial e eleva a suspensão para um vão livre de 285 mm.

[Fonte: Best Cars]